Paixão é uma droga

“Meu coração, não sei porque, bate feliz, quando te vê”, já dizia Pixinguinha narrando alguns dos sintomas que acompanham esse borbulhão de sensações desencadeados pela paixão.

Você fica feliz com tudo, e ao mesmo tempo não vê graça em nada. O mundo inteiro some diante da possibilidade iminente de ter a pessoa por perto, na mesma proporção que a dor aperta (dor de verdade, como ferida aberta) quando a distância teima resistir.

Pegadinha do destino ou uma armadilha que você acabou de cair. A paixão pode ser considerada de fato uma droga, isso porque, esse processo instintivo libera no organismo doses de dopamina, exata substância ativada no cérebro pela cocaína, e os efeitos colaterais também são os mesmos: agonia, insônia, taquicardia, ansiedade, entre outros.

Mas ela é também considerada um dos melhores analgésicos que existe, pois é capaz de remover de forma imediata e por completo, todos esses sintomas já citados, incluindo, claro, a dor da distância.

paixao e uma droga

Foto: Reprodução

Esse fervor causado pela paixão é tão grande, intenso, e libera tanta química no organismo, que não pode ser continuado por muito tempo, sendo assim, descobriu-se que tem prazo de “validade”, que pode chegar até 4 anos, acabar antes desse tempo ou se transformar em amor, esse mais calmo, menos impulsivo, mais comedido e tranquilo.

Para Honoré de Balzac (inspirador desse blog haha) “O amor é a única paixão que não admite passado e nem futuro”.

Quando acontece? Tem um aviso prévio, do tipo: você vai se apaixonar no dia e local  … Não, seria fácil demais e te daria a opção de não estar naquela situação no momento determinado. Ela chega é de surpresa mesmo, quando você não está à procura, nem olha as possibilidades, simplesmente te fisga e … já era.

Para notar que está acontecendo não demora muito, você começa a sentir falta, ficar agoniado com a distância, com o tempo que falta para se encontrar novamente ou simplesmente trocar algumas palavras online, … começa a fazer coisas idiotas e se sentir idiota depois (quem nunca?), haha.

Me parece um sentimento burro, em que a pessoa se torna refém das próprias emoções, mas é também um sentimento genuíno, de entrega. Independente da época, como e quando acontecer, o que importa é viver.

nick

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Publicitária por formação, criou esse blog com o intuito de compartilhar assuntos como moda, beleza, saúde, e tantos outros. Uma certeza: Todos temos algo para aprender e a ensinar.

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