Eu não ajudo a minha esposa em casa

Durante muito tempo a mulher viveu com a responsabilidade de cuidar do lar e da educação dos filhos enquanto o homem trabalhava fora e supria as “necessidades do lar”.

Os tempos mudaram, todos evoluímos, e a mulher ganhou nova(s) jornada(s) de trabalho, dessa vez fora de casa, e hoje em diversos casos passa a ser quem supre as “necessidades do lar”. Ainda assim, continua sendo a maior responsável pelos afazeres de antes (lar e filhos), e ninguém quer abrir mão disso.

Mesmo com tantas mudanças, para muitos homens, dividir as tarefas de casa é algo impensável, é como se tivesse fazendo um favor ou ainda pior, algo que diminuiria a sua masculinidade.

O que nos alegra é que em contrapartida, há os que não só valorizam, mas dividem as tarefas e dão uma verdadeira lição do que é ser o “Homem da casa”. Sem mais, vou deixar para você um post da página Oi, eu sinto que já viralizou e mostra exatamente do que estou falando.

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nao ajudo em casa

Imagem: Reprodução

Um amigo veio a minha casa tomar café, sentamos e conversamos, falando sobre a vida. A um certo ponto da conversa, eu disse: “Vou lavar os pratos e volto num instante”.

Ele olhou para mim como se eu lhe tivesse dito que ia construir um foguete espacial. Então ele me disse, com admiração mas um pouco perplexo: “Ainda bem que você ajuda a sua mulher, eu não ajudo porque quando eu faço a minha mulher não elogia. Ainda na semana passada lavei o chão e nem um obrigada.”

Voltei a sentar-me com ele e lhe expliquei que eu não “ajudo” a minha mulher. Na verdade, a minha mulher não necessita de ajuda, ela tem necessidade de um companheiro. Eu sou um sócio em casa e por via dessa sociedade as tarefas são divididas, mas não se trata certamente de uma “ajuda” comas tarefas de casa.

Eu não ajudo a minha mulher a limpar a casa porque eu também vivo aqui e é necessário que eu também a limpe.

Eu não ajudo a minha mulher a cozinhar porque eu também quero comer e é necessário que eu também cozinhe.

Eu não ajudo a minha mulher a lavar os pratos depois da refeição porque eu também uso esses pratos.

Eu não ajudo a minha mulher com os filhos porque eles também são meus filhos e é minha função ser pai.

Eu não ajudo a minha mulher a lavar, estender ou dobrar as roupas, porque a roupa também é minha e dos meus filhos.

Eu não sou uma ajuda em casa, eu sou parte da casa. E no que diz respeito a elogiar, perguntei ao meu amigo quando é que foi a última vez que, depois da sua mulher acabar de limpar a casa, tratar da roupa, mudar os lençóis da cama, dar banho em seus filhos, cozinhar, organizar, etc., ele lhe tinha dito obrigado?

Mas um obrigado do tipo: Uau, querida!!! Você é fantástica!!!

Isso te parece absurdo? Está te parecendo estranho? Quando você, uma vez na vida, limpou o chão, você esperava no mínimo um prêmio de excelência com muita glória… Porquê? Nunca pensou nisso, amigo?

Talvez porque para você, a cultura machista tenha mostrado que tudo seja tarefa dela.

Talvez você se tenha sido ensinado que tudo isto deva ser feito sem que você tenha de mexer um dedo? Então elogia-a como você queria ser elogiado, da mesma forma, com a mesma intensidade. Dá uma mão, SE COMPORTE COMO UM VERDADEIRO COMPANHEIRO, NÃO COMO UM HÓSPEDE que só vem comer, dormir, tomar banho e satisfazer as necessidades sexuais… Sinta-se em casa. Na sua casa.

A mudança real da nossa sociedade começa em nossas casas, vamos ensinar aos nossos filhos e filhas o real sentido do companheirismo!”

Autor desconhecido.

nick

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Estudante de Comunicação Social, criou esse blog para compartilhar assuntos como moda, beleza, saúde, e tantos outros. Uma certeza: Todos temos algo para aprender e a ensinar.

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